Sete sessões a mapear o vosso processo. O que se segue é a proposta de construir o sistema que o executa, em cinco blocos, cada um com um resultado próprio.
Cinco lugares diferentes, nenhum a falar com o outro. Cada um resolve uma parte e nenhum dá a imagem completa.
A operação corre bem, e é por isso que o custo não aparece em lado nenhum. Aparece no limite: quantos projetos é possível ter ao mesmo tempo sem que a qualidade dependa de quem está a olhar.
Estabilizar uma operação para 20 casas por ano e pô-la a funcionar tipo clockwork.
Foi isto que ficou definido na última sessão. Não foi pedido software: foi pedida uma operação que aguente esse volume com a estrutura que já existe. É por aí que esta proposta deve ser julgada.
Não é um projeto de meses que só dá resultado no fim. Cada bloco é uma fase com âmbito, preço e entrega próprios, e fica a funcionar no dia em que é entregue. Param quando quiserem, e o que estiver construído é vosso.
A gestão geral é a fundação e vem primeiro. Os outros quatro seguem pela ordem que a vossa urgência ditar.
O sítio onde tudo vive: projetos, tarefas, documentos, equipa e acessos.
Capital, contratos, impostos e a relação com quem financia.
Da oportunidade à escritura, com critério sempre igual.
Execução, custos e qualidade, sem depender de quem se lembra.
Do imóvel pronto ao dinheiro em caixa, no menor tempo possível.
Valores sem IVA. O controlo financeiro não é um bloco à parte: as despesas vivem na obra, o apuramento e os impostos vivem nos investidores, e as contas de cada projeto vivem na gestão geral.
Com os cinco blocos construídos, a diferença não se mede em funcionalidades. Mede-se em quanto a operação aguenta e em quanto depende de vocês.
Nenhuma destas ideias é nossa: saíram das sessões. Só se tornam exequíveis quando a operação está num sistema.
As sete transcrições já descrevem como a empresa funciona. Com o processo no sistema, esse conhecimento vira manual, formação e onboarding de quem entra.
O limite hoje não é capital nem mercado: é atenção. Tirar o processo das cabeças é o que permite mais volume sem contratar na mesma proporção.
Ao fim de um ano de utilização existe o que hoje não existe: quanto custa cada tipo de obra, quanto demora cada fase, que origem de oportunidade fecha melhor.
Cada bloco é um contrato próprio: âmbito, prazo e preço fechados, entrega utilizável no fim. Pagamento de 50% no arranque e 50% na entrega. Podem parar entre blocos, e o que estiver construído fica vosso.
A fundação: projetos, tarefas, documentos, equipa e acessos. É o bloco que liberta tempo de sócio e torna a empresa explicável a quem entra.
Angariação, capital por projeto, contratos, efeito fiscal e a informação que hoje é dada à mão a quem investiu.
Da oportunidade à escritura, com o critério de decisão dentro da ferramenta e o processo a avançar sozinho.
Execução por fases, custo contra progresso e as verificações que evitam refazer trabalho.
Preparação desde a compra, compradores em processo e o fecho sem esperas por documentação.
Acompanhamento mensal a partir do primeiro bloco em uso, sugerido em 350,00 €/mês. Auditoria de segurança opcional, 1.800,00 €. Propriedade intelectual, independência entre blocos, confidencialidade e não-concorrência ficam fixadas no contrato.
O bloco de gestão geral é o que muda mais depressa o dia a dia: tira o processo das cabeças, dá visibilidade e abre caminho aos outros quatro. A seguir, escolhem vocês a ordem.